A fé


Quando dobra-se o joelho, dobra-se a lingua,
A lingua, é santa, santa até morrer, 
Dentro da boca da menina sabe bem se esconder.
A fé é semente, semente do invisível, do insensível e enefável querer,
Por falar em querer, já não quero a fé.
Fé é um louco, um surto do doido, que não fez por querer.
Mas, tenho fé.
Tenho fé no padeiro, na vizinha faladora e nos olhos da sonhadora
que sempre irá brilhar.

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